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Publicado em 26 de julho de 2013, por em Notícias.
Ana junto com o marido e as duas filhas: “A única chance que eu tenho de sobreviver é através de um transplante”

Ana junto com o marido e as duas filhas: “A única chance que eu tenho de sobreviver é através de um transplante”

Através do apoio da Fundação Icla da Silva, a brasileira Ana Almeida, 36 anos, publicou um vídeo no You Tube onde faz um apelo por um doador compatível de medula óssea. Ela foi diagnosticada com Câncer em 2012. “Fiz todos os tratamentos contra a doença e pensei estar curada, mas em abril deste ano fui informada que tinha Leucemia”, conta. “Os médicos disseram que minha vida só seria salva através de um um transplante”, continua.

Ana mora na Virginia e está nos Estados Unidos há cerca de 15 anos. Ela é casada e tem duas filhas.

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Publicado em 20 de julho de 2013, por em Notícias.
Doador de 27 anos mora na Alemanha e só virá a Ribeirão quando estiver tudo certo

Pedro já conseguiu o mais difícil, que foi controlar a doença e encontrar um doador, mas terá de esperar por um leito para fazer o transplante (Foto: F.L.Piton / A Cidade)

Pedro já conseguiu o mais difícil, que foi controlar a doença e encontrar um doador, mas terá de esperar por um leito para fazer o transplante (Foto: F.L.Piton / A Cidade)

Pedro Lemos Sanches só tem 2 anos mas já venceu grandes batalhas. Diagnosticado com leucemia desde outubro do ano passado, ele e a família conseguiram controlar a doença com quimioterapia e encontraram um doador de medula óssea 100% compatível com a criança, na Alemanha. No entanto, a escassez de leitos no Hospital das Clínicas, para realização do transplante, barra a sua chance de cura.

“O retorno do Pedro está marcado para dois meses. Só então vou ter uma posição de quando vão realizar o transplante, mas me disseram que só há um leito para crianças”, explica a mãe Nara Sanches Lemos.

Segundo ela, o mais angustiante da espera é o risco que o filho corre de a leucemia voltar. Os médicos disseram que o doador da Alemanha, de 27 anos, é compatível e só será notificado para poder realizar ou não a doação só quando tudo estiver pronto no HC.

“A doença está sob controle, mas se ela voltar ele vai ter que passar por todo o sofrimento do tratamento de quimioterapia de novo”, argumenta a mãe.

Pedro é forte. Mesmo tendo feito a última sessão de quimioterapia no sábado passado, ele não dá sinais da doença, além da carequinha, que é mais um charme do que sinal de câncer.

Mas a mãe teme que a demora em encontrar o leito, possa por tudo a perder. “As chances de encontrar um doador compatível pelo tipo de leucemia que ele tem é de uma para 500 mil. Graças a Deus tudo está controlado, mas não sei o dia de amanhã”, explica.

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Publicado em 17 de julho de 2013, por em Notícias.

REINALDO JOSÉ LOPES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Carlos Eduardo Couri, da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, integra um grupo de pesquisa que já obteve resultados importantes com quimioterápicos que “desligam” totalmente o sistema imune dos pacientes com diabetes.

Depois do tratamento com remédios, os doentes recebem células-tronco de sua própria medula óssea, com o intuito de “reiniciar” seu sistema de defesa.

De 25 pacientes, 18 chegaram a ficar alguns anos livres das doses de insulina, embora a maioria tenha precisado voltar à medicação. “Estamos planejando publicar novos dados sobre essa estratégia em breve”, conta.

Apesar de ver limitações na técnica que usa a vacina às avessas contra o diabetes, Couri diz que o bom grau de segurança mostrado no novo estudo sugere que a estratégia pode ter efeito preventivo.

Esse efeito seria obtido se a vacina fosse aplicada em parentes próximos de diabéticos que já possuem, em seu organismo, anticorpos contra componentes do pâncreas. Assim, essas pessoas evitariam desenvolver a doença.

Fonte: Folha de São Paulo

 
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Publicado em 16 de julho de 2013, por em Notícias.
Pacientes com doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma, esperam por alguém que possa lhes devolver a esperança de uma vida normal. Para os que sentem necessidade de fazer algo por essas pessoas, existe uma opção. Basta se cadastrar no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e se tornar um possível doador. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

Comuns a outros doadores, o sentimento de solidariedade e a chance de proteger uma vida marcam a trajetória da pessoa que faz esta opção.

O transplante de medula óssea é um procedimento no qual o doador se submete à retirada de um líquido que ocupa o interior dos ossos. Para a realização do procedimento, é necessária a compatibilidade entre as células do doador e do receptor, que é, em média, de uma em 100 mil.

A doação pode ser feita de três maneiras. O procedimento não causa qualquer prejuízo à saúde.

O Brasil é o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo. São quase dois milhões e 700 mil pessoas cadastradas.

O número se deve aos investimentos e campanhas de sensibilização da população, como a ação que será desenvolvida neste sábado. A campanha mobiliza hemocentros, rotarys, instituições públicas e privadas e a sociedade em geral.

Para se cadastrar, basta que o candidato tenha entre 18 e 55 anos e apresente boa saúde. O cadastro pode ser feito no Hemocentro. Na ocasião, será feita a coleta de uma amostra de sangue para testes que determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

Um ato de amor que pode salvar vidas e trazer alegria para muitas famílias.

Fonte: Diário de Marília

 

 
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Publicado em 14 de julho de 2013, por em Notícias.
Trabalho foi destaque em simpósio internacional, no Hospital Albert Einstein

células tronco pesquisa

Células-tronco mesenquimais são capazes de se diferenciar em vários tipos de células para reparação ou regeneração dos tecidos ósseo, cartilaginoso, hepático, cardíaco e neural

São José do Rio Preto – Uma pesquisa realizada pelo aluno do Programa de Pós-Graduação em Biofísica Molecular da Unesp de São José do Rio Preto, Idiberto José Zotarelli Filho, estuda as células-tronco mesenquimais do tecido adiposo para regeneração de tecidos.

De acordo com Zotarelli Filho, o foco da pesquisa é o crescimento das células tronco mesenquimais em biomateriais para a criação de um tecido “in vitro” que poderá ser inserido em tecidos com pouca vascularização (conjunto de vasos sanguíneos).

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Publicado em 13 de julho de 2013, por em Notícias.
saúde plane medula

O experimento feito por cientistas japoneses em ratos resultou no surgimento de tecidos humanos. Para especialistas, a técnica pode permitir que, no futuro, órgãos inteiros sejam criados no laboratório a partir de estruturas do próprio paciente

Pesquisadores japoneses produziram fragmentos de um fígado funcional humano a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS). O material, criado de um pedaço de tecido comum, foi implantado em ratos, em que amadureceu em uma estrutura com características de um órgão adulto e recuperou as funções hepáticas dos animais. A técnica imita o processo da organogênese, a formação natural do embrião, e pode ser a nova promessa da medicina regenerativa. Caso o procedimento seja aperfeiçoado para aplicação em pessoas, poderia ser usado em um tipo de transplante cujo órgão necessário é fabricado a partir do próprio paciente. Os cientistas acreditam que o método esteja pronto para testes em humanos em 10 anos.

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Publicado em 11 de julho de 2013, por em Notícias.
“Existem pessoas que fazem a diferença e salvam vidas.”

No dia 16, 17 e 18 de julho haverá uma grande mobilização na Campanha de Doação de Medula Óssea na cidade ribeirinha de Penedo. Familiares da professora penedense Giselda Nunes estão na luta para encontrar um doador compatível para que ela enfrente duas doenças crônicas, que são: Mielofibrose e Talassemia.

- Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.

- Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

- Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.

- Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

- Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL!

- Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

- Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.

A Campanha acontecerá em três dias 16, 17 e 18 de julho na Secretaria Municipal de Saúde de Penedo.

Fonte: Boainformacao.com.br http://www.boainformacao.com.br/2013/07/campanha-de-doacao-de-medula-ossea-em-penedo-se-inicia-neste-dia-16/